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Solzinho

12 Jun

Tägi/Wettingen:

Será o fim das usinas atômicas suíças?

9 Jun

Acabar não acabou e nem vai acabar tão cedo mas pelo menos é um bom começo: o governo suíço conseguiu a aprovação pela maioria de seus deputados da proposta de abandono gradual da energia nuclear produzida no país. E põe gradual nisso. Até 2034 ainda teremos que guardar as caixinhas de potássio na gaveta e quase infartar a cada soar de alarme de emergência.

2034 porque é neste ano que as cinco usinas completarão seu ciclo de vida útil. Até lá poderão explodir, vazar e o diabo à quatro. Vamos aguardar torcendo pra que essas geringonças não nos causem problemas.

Oitenta por centos dos suíços aprovam a decisão mas uma parte do SVP já está chiando. Dizem que o abandono da energia nuclear pode causar um aumento dos preços da eletricidade. Mas daí, é claro, a culpa vai ser dos estrangeiros.

AKW

Der Ausstieg ist beschlossen, doch ausgestiegen wird noch lange nicht, doch es ist ein guter Beginn. Die Schweizer Regierung erhielt von den meisten Volksvertretern (Nationalräten) die Erlaubnis, die landeseigenen Atomkraftwerke schrittweise stillzulegen. Bis ins Jahr 2034 müssen wir noch unsere Kaliumjodidtabletten in den Schubladen aufbewahren und jedes Mal zittern, wenn wieder ein Probealarm losgeht.

Bis ins Jahr 2034, weil dann nämlich alle fünf Atomkraftwerke ihren Teil des nützlichen Dienstes beendet haben. Solange aber könnten sie noch explodieren, ein Leck bekommen oder weiss der Teufel was passieren. Warten wir also und hoffen, dass diese Ungetüme uns keine Probleme bereiten.

80% der Schweizer befürworten die Entscheidung, doch die SVP rümpft schon wieder die Nase, denn ohne die Kernenergie werden die Strompreise steigen – doch dann wird es ja wohl wieder die Schuld der Ausländer sein.

Schwingen, balanço, funk

7 Jun

Os vários tipos de Wrestling (como se chamam os combates corpo a corpo que utilizam técnicas de agarramento, arremesso e derrubada ), são os esportes mais antigos do mundo depois do atletismo. Existem desenhos de lutadores em cavernas na França e no Egito que provavelmente foram feitos há mais de 10 mil anos. As lutas foram o esporte preferido na Grécia Antiga e durante toda a Idade Média.

Na Suíça a temporada de Schwingen, o Wrestling local, já começou. A luta é o esporte mais antigo e também o mais tradicional do país. Começou como um embate entre fazendeiros (quando aqui quase todo mundo era fazendeiro) e hoje virou um grande negócio com competidores semi-profissionais oriundos de academias especializadas. No Schwingen os competidores lutam num ringue coberto de serragem (tem todo um “ambiente rural” cenográfico mesmo se for num estádio urbano) e têm como objetivo fazer com que o adversário toque com as costas no chão.

Os lutadores são enormes: altos e completamente maciços, tão maciços que alguns até parecem gordos (mas não são). As lutas não são violentas (dentro das condições de uma luta! Claro que sempre tem uns pescoços entortados que dá até aflição!), dificilmente alguém sai ferido e quase nunca se vê nem uma gotinha de sangue escorrendo. Eu já fui numa competição muitos anos atrás e gostei. Tem todo um ritual antes e durante com os tocadores de alpenhörn, jodeln (aquele iodelei-hu-hu à capela) e malabarismos com a bandeira da Suíça.

O Schwingen pode ser comparado ao Huka Huka que os índios do Xingu praticam há muuuuito tempo no Brasil. Abstraia ambos os cenários mais que típicos de cada país e repare nos videos abaixo como os dois tipos de luta são mesmo muito parecidos.

Die verschiedenen Arten des Ringens (Kampfsport mit Greif-, Sturz- und Wurftechniken) sind nach der Leichtathletik die ältesten Sportarten der Welt. Es gibt Höhlenzeichnungen mit Kämpfern in Frankreich und Ägypten, welche vor über zehntausend Jahren angefertigt wurden. Der Ringkampf war der beliebteste Sport im antiken Griechenland und während des ganzen Mittelalters.

In der Schweiz hat die Schwing-Saison schon begonnen. Diese Variante des Ringkampfes ist der älteste und traditionellste Sport des Landes. Angefangen hat es an Zusammenkünften der Bauern (zu einer Zeit, als hier fast alle Einwohner Bauern waren). Heute ist das Schwingen ein Grossanlass, mit zum Teil halbprofessionellen Schwingern, die in Schwingclubs ausgebildet werden. Die Schwinger kämpfen auf einer ringförmigen Matte aus Sägemehl, das Ambiente ist stets ländlich gestaltet. Ziel des Kampfes ist es, den Gegner auf die Schultern zu legen.

Die Schwinger sind in der Regel riesig: gross und massiv gebaut, derart massiv, dass einige von weitem sogar dick erscheinen (was sie aber nicht sind). Die Kämpfe sind nicht aggressiv (unter den Verhältnissen eines Kampfes und natürlich gibt es immer Situationen, die einem sogar Angst einjagen!), nur sehr selten wird jemand verletzt und selten fliesst Blut. Ich war vor ein paar Jahr an einem Schwingfest und es hat mir gefallen. Alles ist in einem festlichen Rahmen gehalten und es gibt vor und während des Festes Musik aus Alphörnern, Fahnenschwingen und den Gesang der Jodelchöre (dieses iodelei-hu-hu einer Gruppe) zu hören und zu sehen.

Das Schwingen kann man mit dem Huka Huka der Xingu-Indianer vergleichen, welche dies schon sehr lange in Brasilien praktizieren. Denkt man sich die typische Landschaft der beiden Länder weg, so merkt man, wie ähnlich die beiden Kämpfe sind.

Mais Schwingen, agora o trailer do documentário Vom Hirtenspiel zum Spitzensport:

E agora os índios do Xingu:

Vou de taxi, cê sabe…

1 Jun

Outro dia, saindo de uma reunião onde eu era a única estrangeira entre uns vinte suíços (mentira, tinha uma alemã também) reparei que todo mundo, sem exceção, foi embora de bicicleta. Menos eu. Eu fui embora à pé. De Havaianas. Mas se circulassem taxis nas ruas de Wettingen, eu ía de taxi, com certeza!

Incrível como certos hábitos, que muitas vezes começam na infância, fazem muita diferença no cotidiano das pessoas. Eu nunca dirigi porque sempre tive medo. Tentei uma época, tive carro mas quase nunca usava. Acabava sempre pegando um taxi até que desisti de vez do carro. Durante anos ía trabalhar de taxi (quase sempre) ou de metrô e voltava (quase sempre) de carona. Bicicleta, só na mais tenra infância quando eu morava numa casa numa vila.

Esse ano comprei uma bicicleta que tá lá enfeitando a garagem. Poxa, andar de bicicleta em Wettingen é perfeito! Além de ser saudável, é ecologicamente correto e seguro. Mas e a preguiça? Tirar a corrente, sair da garagem (tem uma subidinha pra empurrar) e depois pôr a corrente de novo e na volta fazer tudo de novo? Dá uma preguiça… E o capacete? Vai suar a cabeça e depois vai ter que lavar o cabelo e secar.

Pra mim bicicleta ainda é como caminhada. Eu acho a paisagem da Suíça linda no verão. A gente quase sempre viaja para alguma montanha. E come. E dorme. E nada de subir montanha. Descer, tudo bem mas subir… Tenho umas fotos em montanhas suíças onde eu estou de Havaianas no pé! Todo mundo com botinhas de caminhada e eu de chinelo. Com cara de quem subiu a montanha (de bondinho) pra poder comer no restaurante lá em cima.

Muitos brasileiros adoram caminhadas. Mas a maioria tem como ideal de lazer passar o dia inteiro bebendo numa praia. Nisso eu ainda sou bem brasileira. Posso passar o dia inteiro numa piscina pública com 30° na cabeça até sair torrada e manchada de lá.

* Para quem vai passar o verão por aqui e quer caminhar (mas sem sofrer com muito esforço!), eu indico os cantões de Appenzell e Graubünden. As paisagens e a comida do Graubünden são as melhores da Suíça!

Gewohnheiten

 Vor ein paar Tagen verliess ich als einzige Ausländerin (stimmt gar nicht, es hatte noch eine Deutsche dabei) unter 20 Schweizern eine Sitzung und sah alle anderen draussen auf ihre Fahrräder steigen und davon fahren. Einzig ich machte mich zu Fuss auf den Heimweg, in Havaianas. Würden hier Taxis zirkulieren, hätte ich eines genommen und wäre so nach Hause gefahren, ganz bestimmt!

Unglaublich, wie einige Gewohnheiten, an die man sich oft schon seit Kindheit gewöhnt, das tägliche Leben bestimmen. Ich fuhr nie Auto, hatte stets Angst. Ich versuchte es sogar eine Zeit lang, hatte sogar ein Auto, brauchte es allerdings praktisch nie. Letztendlich nahm ich stets ein Taxi und irgendwann gab ich das Autofahren ganz auf. Während Jahren fuhr ich mit dem Taxi zur Arbeit oder nahm die Metro, nach Hause brachten mich oft Arbeitskollegen, die den etwa gleichen Weg hatten. Velo fuhr ich nur in meiner frühen Kindheit, als ich noch in einem Haus an einer Wohnstrasse wohnte.

Dieses Jahr kaufte ich mir ein Velo, welches nun die Garage schmückt. Fahrradfahren in Wettingen wäre doch wunderbar! Abgesehen davon auch noch gesund, umweltfreundlich und sicher. Doch die Trägheit! Die Kette öffnen, das Rad aus der Garage stossen (es hat da eine recht steile Rampe) und später muss man die Kette wieder umlegen und beim Rückweg alles noch einmal. Und der Helm? Darunter würde ich schwitzen, die Haare wären danach nass und ich muss sie schon wieder waschen und föhnen.

Für mich ist Velofahren wie Wandern. Ich finde die Landschaft der Schweiz im Sommer sehr schön. Wir gehen fast jeden Sommer auf irgend einen Berg, essen dort und gehen wieder nach Hause. Nichts von wegen Berge erklettern. Runterlaufen ist ja in Ordnung, aber hochkrakseln … Auf einigen Fotos von früher kann man mich auf den Berggipfeln in Havaianas sehen! Alle haben Wanderschuhe an und ich stehe da mit meinen Sandalen. Man sieht von weitem, dass da jemand mit der Bahn den Berg hoch kam, um auf dem Gipfelrestaurant zu essen.

Viele Brasilianer lieben es zu Wandern. Doch die Meisten empfinden den ganzen Tag am Strand zu sitzen und zu trinken als echte Freizeit. In diesem Punkt bin ich noch ganz Brasilianerin. Ich kann gut und gerne den ganzen Tag in einem Schwimmbad bei 30 Grad an der Sonne sitzen, bis ich sonnengegrillt und mit Bikiniabdruck wieder nach Hause gehe.

 *Wer den Sommer mit Wandern hier verbringen will (aber ohne allzu fest zu Leiden), für die empfehle ich die Kantone Appenzell und Graubünden. Landschaft und Essen sind dort am besten.

Mais Milton na Suíça

29 May

Update do post anterior:

O video abaixo e o anterior (Travessia) fazem parte de um acústico gravado em 1980 nos estúdios da SF TV, aqui na Suíça. O DVD com todo o show pode ser comprado pela Internet. Mais um trecho deste acústico:

Der untenstehende Video und der vorherige (Travessia) sind Teil einer Aufnahme in den Studios des Schweizer Fernsehens SF.TV aus dem Jahr 1980. Die DVD mit der ganzen Show kann man über das Internet kaufen. Hier noch ein Ausschnitt dieser Aufnahme:

Travessia

28 May

O maravilhoso Milton Nascimento, ao que parece num show na Suíça, sabe-se lá quando:

Der wunderbare Milton Nascimento scheint hier in der Schweiz gespielt zu haben:

E na mesma página do youtube… surpresa! Björk cantando Travessia:

und auf der gleichen Seite von youtube … welche Überraschung! Björk singt Travessia:

Corra que o estrangeiro vai te pegar!

24 May

Antes todos os alemães eram grossos, todo os franceses pedantes, os escandinavos arrogantes, os italianos educavam suas crianças muito mal, os ex-ioguslávos eram completamente violentos, os indianos e os tamils cheiravam mal, as brasileiras eram todas prostitutas e os turcos eram todos atrasados. Ah, os muçulmanos! Tudo terrorista louco, só homem e mulher-bomba.

Agora além de tudo isso, alguns partidos políticos ainda dizem que os estrangeiros são os culpados pelo efeito-estufa, pela poluição do ar, pelo excesso de lixo, por tudo de ruim que acontece com assuntos relacionados ao meio-ambiente. A culpa é deles. Tem estrangeiro demais aqui na Suíça por isso existem problemas ambientais. Tenha dó!

O cara trabalha que nem mula, paga impostos, contribui para a previdência e ainda leva a culpa de todas as mazelas. Sem a mão de obra estrangeira, a Suíça não anda; simplesmente porque não tem gente suficiente para trabalhar em tantas empresas.

Engraçado que na hora de encher os bancos de dinheiro ou de consumir os produtos nacionais ou de fazer o trabalho que nenhum suíço quer fazer , pouco importa a nacionalidade da pessoa. Se uma mulher milionária entrar de burca numa Chanel ou numa Prada em Zürich, ela vai ser adulada. Se uma pobre entrar de burca num supermercado, todo mundo vai correr de medo.

Ah, claro. assim como muçulmano homem-bomba é minoria da minoria, da minoria; suíço que pensa assim também é minoria. Espero que até sempre.

Renne, sonst schnappt dich der Ausländer!

 Zuvor waren alle Deutschen unhöflich, alle Franzosen blasiert, Skandinavier arrogant, Italiener erzogen ihre Kinder nicht genügend, die Ex-Jugoslawen gewalttätig, die Inder und Tamilen hatten schlechten Körpergeruch, die Brasilianerinnen waren alle Prostituierte und die Türken ultramontan. Ah, die Muslime! Alles verrückte Terroristen und Selbstmordattentäter.

 Nun kommt noch dazu, dass eine gewisse Partei behauptet, dass die Ausländer schuld am Treibhauseffekt sind, ebenso für die Luftverschmutzung, den Müllberg, eigentlich für alles, was mit der Umwelt in Zusammenhang steht. Schuld sind sie. Es hat hier zu viele Ausländer und darum haben wir diese Umweltprobleme. Sonst noch was? 

Die Leute arbeiten wie Ochsen, zahlen Steuern, tragen zur sozialen Sicherheit bei und sollen Schuld an allem Übel sein. Ohne die ausländischen Arbeitskräfte ginge es mit der Schweiz bachab, ganz einfach, weil es nicht genügend Arbeitskräfte hätte.

 Interessanterweise kümmert es ja niemanden, woher jemand stammt, wenn er Geld auf die Banken trägt oder wenn es darum geht, eine Arbeit zu erledigen, für die sich die Schweizer zu gut sind. Auch wenn eine Millionärin mit Burka in ein Juweliergeschäft geht, wird sie innig umworben. Wäre dies eine arme Frau, die in einem Supermarkt einkaufen möchte, würden alle vor Schreck flüchten.

 Ah natürlich, genauso wie der muslimische Selbstmordattentäter zur Minderheit der Minderheit gehört, sind auch die Schweizer, die so denken, eine absolute Minderheit. Das wird hoffentlich auch so bleiben.

Sorvete Mövenpick para patrimônio da humanidade

20 May

Deu na Swissinfo: fondue suíça pode virar patrimônio da humanidade.

Em 2010, os cantões suíços começaram a elaborar uma lista (no total foram 380 propostas da Suíça toda) para a Unesco com propostas de tradições suíças que poderiam se transformar em patrimônios culturais da humanidade. O cantão de Friburgo mandou como uma de suas propostas,  a fondue de gruyere.

Eu, com minha visão limitada de estrangeira proporia: as camisas azuis de fazendeiros e os cintos de couro com vaquinhas de metal de Appenzell no quesito moda, o Alphorn como música popular, o Schwinggen como esporte, todo o trabalho do Jung como literatura e Max Bill como arte e arquitetura. Claro que Jung e Max Bill não são parte da cultura super popular e folclórica mas são mundialmente conhecidos e admirados.

Minha lista ficaria completa com o sorvete Mövenpick que também não faz lá muita parte da cultura popular; mas como é bom! Não tem italiano que faça melhor e dá para comprar em supermercado (é popular!).

Mein Vorschlag für ein weiteres Weltkulturerbe: Mövenpick-Glacé

 Gelesen auf Swissinfo: Schweizer Fondue könnte zum Weltkulturerbe werden.

 Im 2010 erstellten die Kantone eine Liste mit Schweizer Traditionen zuhanden der UNESCO (insgesamt kamen 380 Vorschläge zusammen). Einige davon könnte die UNESCO zum Weltkulturerbe erklären. Ein Vorschlag des Kanton Freiburgs war ihr traditionelles Greyerzer Fondue.

 Ich hätte da als Ausländerin eine eigene Liste: In die Sparte Volkstümliche Bekleidung kommen die blauen Hemden der Bauern und die Ledergürtel mit den metallenen Kühen aus Appenzell. Für die Kategorie Volksmusik schlage ich das Alphorn und beim Volkssport das Schwingen vor. Dazu das ganze Werk von Jung in der Literatur und alles von Max Bill bei Kunst und Architektur. Jung und Bill sind natürlich nicht superpopulär, aber dafür weltweit bekannt und verehrt.

 Die Liste würde komplettiert mit dem Mövenpick-Glacé, welches auch nicht zum absolut populärsten der Kultur gehört aber dafür sehr gut ist! Kein Italiener macht ein besseres Glacé und man kann es im Supermarkt kaufen, was populär ist!

As melhores cidades da Suíça para se viver

20 May

O Aargauer Zeitung de hoje comenta o ranking das melhores cidades para se viver na Suíça. Pelo sexto ano, a revista econômica Bilanz elege as melhores entre as 136 cidades com mais de 10.000 habitantes.

O ranking da qualidade de vida baseia-se em critérios como boas opções de moradia e trabalho, cultura, lazer, trânsito, mobilidade, saúde, impostos e outros.

A melhor cidade para morar na Suíça é Zürich, seguida de Zug (onde se pagam poucos impostos) e Luzern. Baden, que estava no quinto lugar, caiu para o sétimo e Aarau passou do décimo primeiro para o sexto lugar. Apesar de Baden ter tido muitos pontos em cultura e lazer (foi eleita a melhor cidade cultural da Suíça!) , a cidade perdeu pontos com segurança, trânsito e mercado imobiliário entre outros. Wettingen pulou do 44° lugar para o 31° lugar.

As melhores cidades para solteiros e famílias são Zürich, Berne Luzern. As melhores para quem tem alto poder aquisitivo (pros muito ricos): Zug, Meilen e Wallisellen. E as melhores cidades para os aposentados: Kusnacht, Zug e Luzern.

Städteranking: Baden ist Kultur

Die Aargauer Zeitung kommentiert heute die Rangliste der besten Schweizer Städte zum Leben. Zum sechsten Mal erstellte das Wirtschaftsmagazin Bilanz eine Bestenliste aus den 136 Schweizer Städten mit mehr als 10’000 Einwohnern.

Die Rangliste der Lebensqualität basiert auf den Kriterien: Wohnungs- und Arbeitsmarkt, Kultur, Freizeit, Verkehr, Mobilität, Soziales & Sicherheit, Gesundheit, Einkaufsinfrastruktur, Kaufkraft und Steuerattraktivität.

Die beste Stadt der Schweiz zum Wohnen ist laut der Bilanz Zürich, gefolgt von Zug (wo man wenig Steuern zahlt) und Luzern. Baden fiel von Platz 5 auf 7 und soll nun hinter Aarau liegen (das von 11 auf 6 sprang). Baden verlor in den Bereichen Sicherheit, Verkehr und Wohnungsmarkt, ist aber schweizweit die Stadt mit dem besten Kultur- und Freizeitangebot! Wettingen sprang von Platz 44 auf 31 vor.

Für Singles wie auch Familien sind Zürich, Bern und Luzern am besten. Für die Reichen sind es die Orte Zug, Meilen und Wallisellen. Rentnern geht es laut diesen Kriterien am besten in Küsnacht, Zug und Luzern.

Brasileiras: entre as mulheres preferidas dos suíços

13 May

Segundo o último levantamento do governo, publicado em 2009, o maior grupo de estrangeiros na Suíça é o de italianos (290 mil e 600 pessoas), seguidos dos alemães (251.900), dos portugueses (206 mil) e dos sérvios-montenegrenses (181.300). Os brasileiros ficam com uma porcentagem mínima, no meio dos 72 mil e 700 estrangeiros que vieram das Américas (sul, central e norte).

A maioria dos estrangeiros que estão aqui são típicos imigrantes: saíram de seus países de origem em busca de trabalho e melhores condições de vida. Outros, muitas vezes altamente qualificados, vêm para cá já com um emprego certo, a maioria transferida de país pelas multinacionais.

Ainda segundo o governo (Departamento Federal de Estatísticas), apenas metade dos casamentos na Suíça são entre suíços. Ou seja os outros 50% de todos os casamentos aqui são com estrangeiras (os) ou entre estrangeiros. O casamento de homens suíços com mulheres estrangeiras lidera o ranking com 25,5 % dos casamentos.

E aqui entram as brasileiras. Entre todos os casamentos com estrangeiras, as brasileiras ficam com o segundo lugar (!) na preferência dos suíços, só atrás das alemãs. Em terceiro lugar ficam as tailandesas. Em quarto, as italianas e em quinto, as francesas.

A realidade de Baden e região é um pouco diferente do resto da Suíça. Aqui temos a ABB e a Alstom, duas empresas gigantes que têm filiais no Brasil. Por isso muitos brasileiros (a maioria engenheiros) super bem qualificados vêm pra cá. Junto trazem suas famílias. Normalmente as esposas desses brasileiros exerciam uma profissão no Brasil e param de trabalhar quando chegam aqui para cuidar exclusivamente da família. Como eu escrevi num outro texto, mulher na Suíça que nao tem avós que ajudem ou ache uma vaga numa creche para os filhos pequenos fica impossibilitada de trabalhar por um bom tempo. Fora o problema da Língua e de vários diplomas de outros países não serem reconhecidos aqui.

Muitas brasileiras casam com suíços como qualquer um casa com qualquer um, independente da origem, e entre as duas (ou mais) opções de países para morar acabam optando pela Suíça porque os salários são mais altos. Neste caso, muitas vezes, um dos dois terá que mudar ou abdicar de sua profissão.

E outras brasileiras (muitas) casam porque querem se mandar de uma situação de pobreza em que vivem. Principalmente no Nordeste do Brasil e no Rio de Janeiro existe todo um esquema não só de turismo sexual como de encontros e casamentos arranjados. Em muitas cidades do litoral nordestino chegam ônibus de turismo só com homens. As mulheres já estão esperando, nas praias, bares e boates e tudo se arranja…

 O pior é que é mesmo a velha história: o gringo quer uma mulher submissa  (que vai depender dele financeiramente) e que vá agradá-lo o tempo todo (sexualmente também, claro) e a mulher quer sair da pindaíba da vida que leva.

 Com tanto casamento de suíços e brasileiras o que acontece é que muitos suíços (as) generalizam e acham que toda brasileira é ex-prostituta, interesseira e que teve “muita sorte de casar com um suíço”. Não é bem assim. Mas mesmo que fosse. Se alguns suíços se casam com prostitutas brasileiras isso não seria um “problema” que só diz respeito aos dois?!?

Brasilianerinnen stehen bei Schweizern hoch im Kurs

Laut der jüngsten Erhebung des Bundes, publiziert im Jahr 2009, ist die grösste Gruppe an Ausländern in der Schweiz diejenige der Italiener (290’600 Personen), gefolgt von den Deutschen (251’900), den Portugiesen (206’000) und den Personen aus Serbien und Montenegro (181’300). Die Brasilianer sind in dem einen Prozent, welche aus Amerika (Nord-Süd) stammen und insgesamt 72’700 Personen ausmachen.

Die Mehrheit der Ausländer hier sind typische Immigranten: Sie verliessen ihr Heimatland auf der Suche nach Arbeit und besseren Lebensbedingungen. Andere aber kommen hierher schon mit einer festen Anstellung, transferiert durch einen hier ansässigen multinationalen Konzern und sind oft hoch qualifiziert.

Folglich derselben Erhebung (des Bundesamtes für Statistik) ist aber nur etwa jede zweite Heirat eine zwischen zwei Schweizern. 50% der registrierten Verheiratungen in der Schweiz erfolgen also zwischen Schweizern und Ausländern oder zwischen Ausländern. In dieser Kategorie stehen die Verheiratungen von Schweizern mit Ausländerinnen mit 25.5% an der Spitze.

Hier tauchen nun die Brasilianerinnen auf. Unter all den Verheiratungen mit Ausländerinnen liegen diejenigen mit Brasilianerinnen auf dem zweiten Platz! Macht man eine Bevorzugtenliste der Schweizer für ausländische Frauen, so kommen vor den Brasilianerinnen nur gerade die Deutschen. Auf dem dritten Platz landen die Thailänderinnen. Viertplatzierte sind die Italienerinnen und dann folgen die Französinnen auf Platz 5.

In der Region Baden sind zwei gigantische Firmen angesiedelt, die ABB und die Alstom, beide besitzen Niederlassungen in Brasilien. Darum hat es hier auch viele gut qualifizierte Brasilianer (vor allem Ingenieure), die mit ihren Familien hierher gezogen sind. Oft arbeiteten die Ehefrauen dieser Brasilianer in Brasilien in ihrem eigenen Beruf und gaben diesen dann auf, als die Familie hierher zog, um für die gemeinsamen Kinder zu sorgen. Wie schon in einem anderen Post erwähnt, haben hier in der Schweiz Frauen, die keine Unterstützung der Grosseltern haben und auch keinen Krippenplatz finden, oft keine Zeit für etwas anderes, als ihre eigene Familie. Für einen Berufseinstieg fehlen oft auch sprachliche Kenntnisse oder hier anerkannte Berufsdiplome.

Viele Brasilianerinnen heiraten Schweizer aus den gleichen Gründen, wie wenn sie sonst auch jemanden heiraten und wenn es um die Wahl des gemeinsamen Wohnortes geht, entscheiden sich die beiden meist für die Schweiz, weil hier die Gehälter höher sind. Oft ist es dann halt die Frau, die ihren Beruf wechselt oder sogar aufgeben muss.

Viele Brasilianerinnen heiraten auch, um einem Leben in Armut zu entfliehen. Vor allem im Nordosten Brasiliens und um Rio gibt es ein regelrechtes “System der Partnervermittlung”, das über das des bekannten Sexualtourismus hinweg geht. In viele Küstenstädte dieser Regionen kommen ganze Ladungen von Cars an, gefüllt nur mit Männern. Die Frauen warten dann bereits an den Stränden, Bars und Nachtclubs, der Rest arrangiert sich dann ..

Das Schlimmste daran ist die immer gleiche alte Geschichte: der Tourist möchte eine unterwürfige Frau (die von ihm abhängig ist und ihn die ganze Zeit anhimmelt und natürlich auch begehrt) und die Frau will aus ihrem Leben ohne Perspektive entfliehen.

Auf Grund der grossen Anzahl an Verheiratungen von Schweizern mit Brasilianerinnen ist es nur normal, dass viele der Frauen Ex-Prostituierte sind, die einer schlechten Situation entflohen sind, aber eben nicht alle. So ist es dann auch wieder nicht. Aber auch wenn es anders wäre: Heiratet ein Schweizer eine Prostituierte aus Brasilien, wäre das ein Problem, ist das nicht alleine die Sache der beiden?!?