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Andando em círculos

2 Oct

Minha implicância com as cidades pequenas vem desde pequena. No final dos anos setenta eu frequentava muito uma fazenda em Lins. As férias eram sempre na praia, na montanha ou na fazenda. A casa da praia, da mãe, era um bangalô caiçara e a da montanha, do pai, um chalezinho “tipo suíço”. A fazenda, da família da avó, era grande e sempre cheia de gente. A casa vivia lotada de primos, tias- avós e tios- avôs. Para mim o principal atrativo da fazenda, além das garagens sombrias no final do terreirão coberto de mato, era andar de charrete. Cada um com um cavalo mais bonito e eu só queria sentar na charretinha e ser conduzida pelo menino uns anos mais velho que eu que gritava “oooia” quando batia na bunda do pangaré . Esperava a hora da charrete desde a hora que acordava. Mas para todo mundo, a maior atração era sair da fazenda e ir para a cidadezinha.

Era na cidade que tudo acontecia, mesmo que esse tudo fosse ficar numa pracinha, ou numa rua, andando em grupo ou bebendo escondido. As meninas de um lado, os meninos de outro. Todo mundo arrumadinho querendo se mostrar, impressionar. E quando as férias eram na casa da praia, o ritual se deslocava para a vila. E na casa da montanha, para o centrinho. E no fim era tudo igual, as cidades pequenas. Mas na cidade grande não. Minha turma da rua brincava na garagem do prédio, escura, mofada e fedendo a fumaça de carro. E a gente achava o máximo.

Depois eu descobri a noite de São Paulo e daí… só ladeira abaixo. Literalmente. Ficava inquieta quando ía para uma cidade pequena, não via a hora de voltar. Então, como o mundo dá mil voltas, acabei assentando numa cidadezinha muito menor que as que ficavam perto da casa da praia, da montanha ou da fazenda. Mas o incrível é que as coisas nunca mudam A época é outra, o país é outro, a cultura é outra, a língua é outra mas é tudo igual.

Assim como na fazenda, a gente aqui também come as frases. O “dia” sem o “bom”foi substituído pelo “morgen” sem o “guten” nas saudações matutinas. Assim como na vila ou no centrinho, nas cidadezinhas suíças acontecem festas nos arredores da praça ou da rua central com barraquinhas de comida tradicionais e parquinhos com brinquedos  caindo aos pedaços. Não chama festa junina, não chama quermesse, não chama festa caipira mas é igual. Os mocinhos continuam num lado, agora com as calças caindo no meio das bundas e as mocinhas continuam flertando no outro lado, agora, muitas vezes, flertando entre elas mesmas.

E eu continuo preferindo as cidades grandes mas acho uma delícia frequentar essas festas de cidade do interior,  apesar de a comida ser ótima na mesma proporção que a música é péssima. Mas o melhor dessas festas nem são as barraquinhas de comida ou os brinquedos enferrujados.  Adoro observar as pessoas. Fico sempre imaginando quem será o Sabbath ou a Laura Palmer local.

 

Im Kreis gehen

Mein Nörgeln gegen die Kleinstädte pflege ich schon seit meiner Kindheit. Ende der Siebzigerjahre ging ich oft auf eine Fazenda in Lins (Staat São Paulo). Die Ferien verbrachte ich immer am Strand, in den Bergen oder auf der Fazenda. Das Strandhaus war ein umgebautes Haus einer dort einst ansässigen Familie und gehörte meiner Mutter, das Haus in den Bergen befand sich in Campus do Jordão, war ein “schweizer Chalet” und gehörte meinem Vater. Die Fazenda gehörte den Grosseltern, war riesig und immer voller Verwandter. Cousins, Tanten und Onkel, Grosseltern, Gross-Onkel sowie Gross-Tanten. Für mich war die Hauptattraktion auf der Fazenda, abgesehen von der dunklen Garage für die landwirtschaftlichen Wagen, das Fahren auf einem Holzkarren. Alle wollten auf den schönen Pferden reiten, doch ich wollte immer nur auf diesem Karren fahren, geführt von von einem älteren Jungen, der auf dem Führerbock sass und jedes Mal “oooia” rief, wenn er mit der Peitsche über den Rücken des Zuggauls strich. Kaum aufgestanden, wartete ich schon auf die Karrenfahrt. Doch für alle war immer der Ausflug in das dortige Städtchen die Hauptattraktion.

In der Stadt lief was, auch wenn dies nur bedeutete, auf einem kleinen Hauptplatz zu sein, oder auf einer Strasse zu gehen, in Gruppen rumzuziehen oder versteckt etwas zu trinken. Die Jungs unter sich und die Mädchen unter sich. Alle fein angezogen, um sich zu zeigen, zu beeindrucken. Wenn die Ferien am Strand verbracht wurden, verschob sich das gleiche Ritual einfach in das lokale Zentrum (vila) und bei Ferien in den Bergen in das lokale Stadtzentrum. Letzten Endes lief in Kleinstädten alles immer gleich ab. So ist es aber nicht in den Grossstädten. Das beginnt schon in der frühen Kindheit. Meine Bande liebte es beispielsweise im Dunkel der Gebäudegarage zu spielen, dort wo es dunkel und feucht war und nach Autoabgasen stank. Das fanden wir das Grösste.

Danach entdeckte ich das Nachtleben in São Paulo und dann … ging es bergab, im wahrsten Sinne des Wortes. Schon bei der Fahrt in eine Kleinstadt kam Unbehagen auf, ich konnte es nicht abwarten, bis es endlich wieder zurück in die Stadt ging. Nun, wie es halt so geht und ein Leben tausend Wege bereit hält, sitze ich heute in einer Kleinstadt, viel kleiner noch als die Zentren nahe der Fazenda oder der Stadt in den Bergen. Das Unglaubliche aber ist, dass sich nichts ändert. Es ist eine andere Zeit, ein anderes Land, eine andere Kultur, die Sprache ist anders, aber alles ist gleich.

Genauso wie auf der Fazenda knabbern die Leute hier ihre Sätze an. Das “Dia” ohne “bom” wird bei der Begrüssung einfach ersetzt durch “Morgen” ohne “Guten”. Genauso wie in der “Vila” oder in den Zentren brasilianischer Kleinstädte finden auch hier die Feste in kleinen Städten auf deren Hauptplatz statt, mit Essständen voll lokaler Köstlichkeiten und Bahnen, die langsam auseinander fallen. Sie heissen zwar nicht “festa junina”, “festa caipira” oder “quirmesse” sondern Jahrmarkt, ansonsten aber ist alles gleich. Die Jungs in Gruppen auf der einen Seite, heute einfach mit herunterhängenden Hosen und die flirtenden Mädchen auf der anderen Seite, heute oft einfach unter sich flirtend.

Und ich bevorzuge noch immer die grossen Städte, finde es aber köstlich, ab und zu diese Kleinstadtfeste auf dem Land zu besuchen. Das Essen ist im gleichen Mass köstlich, wie die Musik schlecht ist. Das beste aber an diesen Festen sind nicht einmal die Marktstände mit Essen oder verrostetem Spielzeug. Ich liebe es die Leute zu beobachten. Ich frage mich immer, wer wohl hier der “Sabbath” oder die “Laura Palmer” ist.

 

 

 

 

 

 

Festa do interior

2 Oct

Suíça rural

25 Sep

Schänis (SG) Vorderberg

Limmat

3 Sep

Surf de rio no Aargau e na Amazônia

18 Mar

O surf é o segundo esporte mais popular entre os homens no Brasil, só perde para o futebol. Com uma costa de  mais de oito mil quilômetros não fica difícil imaginar o porquê da popularidade do surf no Brasil. Mais de oito milhões de pessoas (grande maioria masculina) praticam o surf.  Para a prática do esporte só é necessário um calção e uma prancha e esta pode ser comprada bem barata se for usada.

Aqui na Suíça o esporte mais popular é na neve. Todo suíço esquia ou faz snowboard, o surf caro da neve. Mas tem suíço que surfa na água também. Lendo uma interessante reportagem na Swissinfo fiquei sabendo que aqui tem gente surfando nos rios. O surf de rio daqui é praticado em uma onda estacionária que se forma por um grande volume de água resultante de uma pedra ou uma construção. Veja no vídeo abaixo os suíços em ação em Bremgarten, no rio Reuss, aqui no Aargau.

Flusssurfing im Aargau und in Amazonien

Surfing ist nach Fussball der zweitbeliebteste Sport der Männer in Brasilien. Bei der über achttausend Kilometer langen Küste Brasiliens ist dies wohl auch nicht besonders verwunderlich. Mehr als acht Millionen (mehrheitlich Männer) surfen in Brasilien. Zum Surfen braucht man nur gerade eine Badehose (oder Shorts) und ein Brett. Das Brett kann man billig kaufen, sofern es gebraucht ist.

Hier in der Schweiz sind die Wintersportarten am populärsten. Fast jeder Schweizer fährt Ski oder Snowboard. Aber Schweizer surfen ebenfalls. Ich habe einen interessanten Artikel von Swissinfo gelesen und erfahren, dass es hier Leute gibt, die auf den Flüssen surfen. Das Flusssurfen wird hier an Stellen praktiziert, wo eine grosse Menge Wasser Flussschwellen hinabstürzen oder durch Verbauungen oder Felsblöcke sich grössere Wellen bilden. Im Video unten surft ein Schweizer hier im Aargau bei Bremgarten auf der Reuss.

No Brasil também tem surf de rio mas beeem diferente. Se na Suíça, os surfistas de rio não saem do lugar, no Brasil eles surfam quilômetros sem parar. Por lá, surfam a pororoca, fenômeno que ocorre na Amazônia provocado pelo encontro das águas do rio com o mar, e por certas condições climáticas,  nas luas cheia e novas entre janeiro e maio. A elevação de água chega a seis metros de altura a 30 km por hora.  O melhor lugar para surfar a pororoca é no rio Araguari, no Amapá, onde o rei é o curitibano Sérgio Laus que já surfou quase doze quilômetros em 36 minutos!

In Brasilien wird auch auf den Flüssen gesurft, nur auf ganz andere Art. Während in der Schweiz die Surfer immer an der gleichen Stellen bleiben, surfen sie in Brasilien Kilometer flussabwärts. Sie surfen die “Pororoca”, ein Phänomen das man in Amazonien findet, verursacht durch den Zusammenfluss von Meer und Flusswasser, allerdings nur bei gewissen klimatischen Bedingungen, Voll- oder Neumond und nur zwischen Januar und Mai. Die Wellen erreichen eine Höhe von bis zu sechs Metern und eine Geschwindigkeit von bis zu 30 km pro Stunde. Der beste Ort um eine Pororoca zu surfen liegt im Bundesstaat Amapá auf dem Fluss Araguari, wo der König der Flusssurfer, Sérgio Laus aus Curitiba, schon 36Minuten lang eine Strecke von fast 12 Kilometern surfte.

Para que afinal servem os bunkers?

16 Mar

A tragédia no Japão deixou o mundo estarrecido e apavorado com os perigos que envolvem a produção de energia nuclear. A mídia na Suíça discute sem parar a segurança das usinas nucleares. Aqui temos cinco usinas, três delas no Aargau (aqui pertinho…) e muita gente parou para pensar nelas agora.  As usinas nucleares geram 40% da eletricidade da Suíça (e mais 10% que são importados da França), ou seja, dependemos, e muito, delas. 

Quem mora por aqui está acostumado com os alarmes de treinamento. Todo mundo guarda a sua caixinha de Iodo. E muitos prédios têm seu próprio bunkerzinho no porão que aqui são chamados de “Schutzraum” mas ninguém sabe explicar direito exatamente porque existem esses “quartos de proteção”. É pra guerra?!?  É pro fim do mundo em 2012?!? É pro caso de algum vazamento nas usinas atômicas? Essa última parece ser a hipótese mais provável…Embora procurando sobre “bunker na Suíça” no Google o que mais aparece são sites sobre os bunkers da segunda guerra ou sites sobre o fim do mundo que elogiam a Suíça como sendo o único país preparado para o apocalipse…

Os bunkers têm sempre um sistema para filtrar a radioatividade do ar. O nosso aqui do prédio virou garagem de bicicleta e depósito de trenó. Tem lugar para 34 pessoas e duas cabines.  Dizem que a Suíça faz os melhores bunkers do mundo. Eu acredito. Mas só para constar: o Iodo só serve para ajudar na  prevenção do câncer de tireóide.

Der deutsche Text befindet sich unter dem Video

Wozu dienen denn letztlich die Schutzräume?

Die Tragödie in Japan entsetzte und liess die ganze Welt vor den Gefahren der Atomenergie erschrecken. Die schweizer Medien diskutieren ununterbrochen über die Sicherheit der schweizer Atomkraftwerke. Hier stehen fünf, drei davon im Aargau (hier ganz in der Nähe…) und so manche Leute beginnen darüber nachzudenken. Die fünf Atomkraftwerke produzieren 40% des Schweizer Strombedarfs. Weitere 10% werden importiert, was nichts anderes bedeutet, als das wir stark von ihnen abhängig sind.

Wer hier wohnt hat sich an die Probealarme gewöhnt. Alle bewahren ihre Jodtabletten im Schrank auf. Viele Gebäude haben ihre eigenen kleinen Bunker, die hier “Schutzräume” genannt werden. Niemand weiss aber so richtig, wozu sie genau dienen. Für den Kriegsfall?!? Für das Ende der Welt im Jahr 2012?!? Sind sie für den Fall eines atomaren Unfalls?!? Das letztere scheint wohl die wahrscheinlichste Hypothese zu sein… Bei der Suche mittels Google unter dem Stichwort “bunker na Suiça” trifft man am häufigsten auf Seiten mit Bunkern aus dem Zweiten Weltkrieg oder auf Seiten mit Weltuntergangsszenarien, bei denen die Schweiz als einziges Land der Erde dafür gelobt wird, für eine mögliche Apokalypse gerüstet zu sein…

Bunker haben immer ein Filtersystem, die radioaktive Strahlung zurückhält. Unser Bunker hier im Gebäude wurde zum Abstellplatz für Fahrräder und Depot für Schlitten. Es hat Platz für 34 Personen und zwei Kabinen. Man sagt, die Schweiz habe die besten Bunker der Welt. Glaube ich. Nur für das Protokoll: Jodtabletten dienen nur zur Vorbeuge gegen Schilddrüsenkrebs.

Die Schweizermacher

15 Mar

Ném todo suíço tem um canivete Victorinox, assim como ném todo suíço come fondue ou chocolate ou bebe Ovomaltine todo dia. Mas algumas outras coisas parece que quase todos os suíços têm em casa.

Nicht jeder Schweizer hat ein Victorinox Sackmesser, genauso wenig wie jeder Schweizer Fondue oder Schokolade isst oder täglich eine Ovomaltine trinkt. Aber ein paar andere Dinge scheint fast jeder Schweizer zuhause zu haben.

Na geladeira não pode faltar:

Im Kühlschrank darf folgendes nicht fehlen:

                   As geladeiras suíças sempre têm leite, manteiga e creme de leite.

                  Schweizer Kühlschränke haben immer Milch, Butter und Rahm.

 

Na cozinha não pode faltar:

In der Küche darf folgendes nicht fehlen:

Batata e descascador de batata. Esse instrumento é um clássico da cozinha suíça e foi inventado aqui mesmo. A batata reina absoluta nas mesas suíças. Com manteiga, com creme de leite no forno, com leite virando purê: todo mundo come.

Kartoffeln und ein Kartoffelschäler. Dieses Gerät ist der Klassiker in schweizer Küchen und wurde auch hier in der Schweiz erfunden. Die Kartoffel beherrscht klar die schweizer Tische. Zusammen mit Butter (“Gschwelti”), als Gratin oder Kartoffelstock (“Herdöpfelstock”) essen sie alle.

 

Aromat é uma delícia, dá um gostinho ótimo na comida. Quase todo mundo usa para temperar. Batata, manteiga e Aromat é simples e bom. Segundo um conhecido meu, top cardiologista suíço, Aromat é o pior veneno que existe para o coração…Além do sódio, o Aromat é tipo Coca-Cola: tem umas 43596754965 substâncias cujos efeitos são desconhecidos para a saúde.  Mostarda Thomy é outro clássico. Se a salsicha for ruim ou média basta colocar mostarda para enganar.

Aromat ist köstlich und gibt dem Essen einen guten Geschmack. Fast jeder benutzt es um zu würzen. Kartoffeln, Butter und Aromat: gut und einfach. Einem Bekannten meinerseits, einem Top-Kardiologen zufolge, soll Aromat das schlimmste Gift für das Herz sein, dass man sich vorstellen kann … Aromat ist mehr als nur ein Natriumspender, es ist ein Typ Coca-Cola: darin hat es 43596754965 weitere Inhaltsstoffe, deren Auswirkungen auf die Gesundheit unbekannt sind. Thomy Senf ist ein anderer Klassiker. Ist die Wurst schlecht oder mässig gut, so hilft man mit Senf nach.

 

Nos banheiros sempre têm:

Schweizer Badezimmer haben immer:

Na minha época de criança, no Brasil, a gente usava Merthiolate ou Mercúrio-cromo. Ardia muito e deixava o machucado tingido de vermelho-laranja. Parece que agora ambos estão proibidos no Brasil por conterem mercúrio na fórmula.

Zu meiner Kinderzeit in Brasilien brauchten die Leute Merthiolate oder Chrom-Quecksilber. Brannte heftig und hinterliess orangerote Flecken. Wie es scheint sind heutzutage beide wegen dem Quecksilber verboten.

 

Creme Nivea que no Brasil chamam de “Nívia” e aqui pronuncia-se como “Nivéa”. Com a quantidade enorme de calcário da água, sem creme a pele esfarela.

Nivea-Creme, die man in Brasilien “Nivia” nennt, sprechen die Leute hier “Nivéa” aus. Mit der Menge Kalk im Wasser geht es wohl auch kaum ohne, sonst bröselt die Haut.

 

Pílulas de Homeopatia. Até quem não usa Homeopatia, usa Homeopatia. Não sei como funciona a ligação das farmácias com a indústria homeopática mas toda vez que entro numa Apotheke ou Drogerie saio com a indicação de algum homeopático ou fitoterápico.

Homöopathische Pillen. Auch die, die ohne Homöopathie leben, brauchen ab und zu die Homöopathie. Ich kenne die Verbindung zwischen den Apotheken und der Homöopathischen Industrie nicht, aber jedes Mal, wenn ich in eine Apotheke oder Drogerie gehe, verlasse ich diese wieder mit einem Ratschlag für die Anwendung eines homöopathischen- oder pflanzlichen Heilmittels.

 

E no armário de roupas sempre tem:

Und im Kleiderschrank hat es immer:

 

 As fleecejackes são casaquinhos de poliéster com zíper. Parecem forro de casaco sem o casaco. São super baratas, quentinhas e leves. Apesar de todas as qualidades, eu já fui quase eletrocutada depois de tirar uma fleecejacke. Ar seco de aquecimento + contato do corpo com o poliéster= descarga eletrostática.  Abrir uma porta depois de tirar ou pôr um casaquinho desses é choque na certa.

Fleecejacken sind Jacken aus Polyester mit einem Reissverschluss. Sie sehen aus wie das Futter einer Jacke, sind super billig, warm und leicht. Abgesehen von den vielen Qualitäten, erlitt ich quasi einem Stromschlag, nachdem ich eine Fleecejacke auszog. Trockene Luft + Körperkontakt mit Polyester = elektrische Entladung. Eine Türe zu öffnen, nachdem man eine solche Jacke an- oder auszog, garantiert eine solche Entladung.

 

E dá-lhe mais poliéster.  Jaquetas que protegem de chuva e vento. Venta muito na Suíça. Em alguns lugares mais em outros menos mas quase sempre tem um ventinho. Se usar uma fleecejacke por baixo, fica bem quentinho. 

Es gibt noch anderes aus Polyester. Jacken die vor Regen und Wind schützen. Es windet häufig in der Schweiz. An einigen Ort mehr, an anderen weniger, aber fast immer hat es etwas Wind. Trägt man unter der Kleidung eine Fleecejacke, hat man schön warm.

Claro que existem muitas outras coisas que quase todo suíço tem mas essas foram as que achei mais relevantes. Tem ainda as balinhas Ricola, o  refrigerante Rivella, os sucos de maçã… Isso sem falar do vestuário como os tênis e as botinhas de caminhada (wanderschuhe) que quase todo mundo usa.

E eu, bobinha total, logo que me mudei para a Suíça queria abrir uma loja de Havaianas…

Natürlich gibt es noch viele andere Dinge, die fast jeder Schweizer hat, aber dies waren diejenigen die ich besonders relevant empfand. Da gibt es die Ricola-Bonbons, das Erfrischungsgetränk Rivella, Apfelsaft … Kleidungsstücke wie Tennis- oder Wanderschuhe, die fast jeder braucht.

Und ich, kleiner Dummkopf, wollte einen Havaiana-Laden eröffnen, als ich hierher zog …