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Nightmare before Christmas

24 Dec

De pesadelo na verdade não vi nada. Muito divertido o Natal/Carnaval da Avenida Paulista. Lotado, cheio de atrações, festa popular bem legal.

Sucuri pirarucu jacaré

13 Nov

Ziriguidum telecoteco

4 Nov

O Brasil tem ganhado uma série de reportagens e até edições de revistas inteirinhas dedicadas ao país na Alemanha e na Suíça. A Copa do Mundo e as Olimpíadas estao pondo o Brasil na roda como eu nunca tinha visto antes por aqui. Muitas reportagens criticam a demora na construção dos estádios participantes da Copa e outras falam sobre os casos de corrupção e as consequentes quedas dos vários ministros do governo Dilma. Claro, de uns dias para cá estão falando do câncer de Lula.

O que chama a atenção nas revistas dedicadas ao Brasil, bastante elogiosas, é a repetição de figurinhas. Já faz tempo que as reportagens são uma variação sobre o mesmo tema ou personagem.  Agora essa repetição está sendo ampliada. Rio é sempre favela, paisagem, tráfico e meninas do funk. São Paulo é sempre foto aérea ou panorâmica da imensidão de prédios, trabalho dos motoboys e tamanho da frota de helicópteros. Gente dormindo em redes nos barcos que navegam pelos rios amazônicos, as cataratas de Iguaçu, desfile das escolas de samba no Rio, plantação de café e índio vestido de índio para festa ou com pinturas de guerra, nada disso pode faltar.  Vez ou outra aparece uma foto de igreja em Ouro Preto ou a clássica foto da igreja em Paraty. Nunca vi uma reportagem sequer sobre o sul do Brasil.

A revista da Nespresso, grátis, sempre muito bonita visualmente,  trouxe o Vik Muniz na capa e uma série de reportagens com todos os ingredientes citados no páragrafo acima. Sempre no tom do exclusivo e elegante consumidor Nespresso, pessoa mais cool do mundo. A soberba em pessoa. A Geo alemã fez uma edição muito bonita do Brasil. Apesar dos clichês em todos os textos, escritos por alemães, tem fotos lindas. Mas claro, fotos de escola de samba, motoboy em São Paulo, rede pendurada na Amazônia, meninas gatinhas da favela, futebol, açaí… E agora, muitas revistas, inclusive as de moda, têm feito reportagens sobre Inhotim, o museu do Bernardo Paz em Minas Gerais.

Eu não tenho a mínima idéia de como funciona o marketing para vender um brasileiro no exterior. Mas todas as revistas que falam sobre Artes Plásticas brasileiras falam do Vik Muniz (ainda bem, antes era sobre o Romero Brito), todas que falam sobre gastronomia falam só sobre o Alex Atala e todas que falam de viagens mostram as mesmas paisagens. Cinema é sempre Cidade de Deus ou Tropa de Elite. Literatura, bom literatura brasileira nem existe aqui. Depois que passou a febre Paulo Coelho, passamos a ser inexistentes na Literatura. Arquitetura é Niemeyer e ponto final.

É como se um Brasil enorme não existisse e junto um monte de gente talentosa. Uma pena.

Etliche Berichte sind in der letzten Zeit über Brasilien erschienen, einige Zeitschriften in Deutschland und der Schweiz waren gar gänzlich dem Land gewidmet. Die bevorstehende Fussballweltmeisterschaft und die anstehenden Olympischen Spiele lassen Brasilien hierzulande im Focus erscheinen, wie ich es nie zuvor sah. Viele Berichte kritisieren die Verzögerungen beim Bau der Stadien in denen Weltmeisterschaftsspiele stattfinden sollen, andere behandeln die Korruptionsfälle und die damit verbundenen Rücktritte diverser Minister der Regierung Dilma. Und natürlich wird in jüngster Zeit auch über den an Krebs erkrankten Lula berichtet.

Was in den schmeichelnden Berichten über Brasilien in den Zeitschriften auffällt, ist die Wiederholung alter Klischees. Schon seit einiger Zeit werden gleiche Themen und Personen in den Berichten einfach etwas variiert. Nun werden diese Wiederholungen einfach ausgebaut. Berichte über Rio haben immer Favelas, Landschaft, Verkehr und zu Funkmusik tanzende junge Mädchen drin. Bei Sāo Paulo gibt es immer Luftaufnahmen oder Panoramaansichten mit tausenden von Hochhäusern zu sehen sowie einen Bericht über die Arbeit der Motorradkuriere und die Erwähnung, dass es eine immense Anzahl an Helikoptern in der Stadt gibt. Auf den Seiten über den Amazonas sieht man immer in Hängematten schlafende Leute auf den Booten die dort zirkulieren. Nie fehlen die Wasserfälle, Sambaschulen von Rio beim Karnevalsumzug, Kaffeeplantagen und einheimische Indianer verkleidet als Indianer auf dem Weg zu einem Fest oder mit Kriegsbemalung. Ab und zu erscheint eine Kirche von Ouro Presto oder die klassische Aufnahme der Kirche von Paraty. Nie sah ich einen Bericht über den Süden von Brasilien.

Die Gratiszeitschrift von Nespresso, wie immer schön anzusehen, brachte auf dem Titelblatt Vik Muniz und danach eine Serie zu allen oben aufgezählten Inhalten. Alles im Stile der exklusiven und eleganten Nespresso-Konsumenten; den coolsten Menschen auf dieser Welt. Der Stolz in Person. Das deutsche GEO brachte eine schöne Ausgabe mit dem Thema Brasilien. Abgesehen von den Klischees in jedem der Texte sind auch dort schöne Bilder zu sehen. Und natürlich wieder: Sambaschulen, Motorradkuriere in Sāo Paulo, Hängematten in Booten auf dem Amazonas, wunderschöne Mädchen aus Favelas, Fussball, Acai… Neuerdings bringen viele Zeitschriften, inklusive den Modezeitschriften, Fotos und Berichte über das Inhotim, das Openair-Museum von Bernardo Paz in Minas Geras.

Ich hab nicht die leiseste Ahnung, wie man ein Marketing aufzieht, um Brasilien im Ausland zu vermarkten. Doch alle Zeitschriften die über brasilianische Kunst berichten bringen Vik Muniz (wenigsten über ihn, vorher war es Romero Brito), alle die über die Gastronomie schreiben, berichten über Alex Atala und alle die über die Landschaft schreiben, zeigen stets die gleichen Landstriche. Bei den Kinofilmen ist es “City of God” oder “Tropa de Elite”. Literatur, nun gut, die existiert hier gar nicht. Nachdem das Paulo Coelho – Fieber abflachte sind wir diesbezüglich inexistent in der Literatur. Architektur und Niemeyer soll hier der Abschluss sein.

Als würde es ein riesige Brasilien gar nicht geben, das ein Vielzahl talentierter Leute besitzt. Schade.

Só no sapatinho

25 Oct

Quem mora há muito tempo fora do Brasil sabe como é. A saudade faz a gente fazer coisas que nunca faríamos se estivessemos no próprio país. Show de pagode, apresentações de capoeira e feijoadas beneficentes são só algumas coisas que a gente passa a consumir só porque não está no Brasil.

Anos atrás, num processo obrigatório, contratei uma tradutora para traduzir toda minha documentação brasileira antes de casar. Cristina era do interior de São Paulo, tinha morado na capital para fazer faculdade e morava na Suíça há quase vinte anos. Ela era inteligente, culta e muito, muito discreta. Ruiva, magrinha, ela tinha a pele translúcida. Falava baixo, não cometia nem um errinho gramatical, gostava de literatura latino americana e teatro alemão. Todas as vezes que eu fui na casa dela dava para escutar uma música ambiente baixinha, quase inaudível, devia ser Enya, que ao lado dos óleos essenciais aquecidos dava o toque de calmaria – esotérica – no apartamento. Divorciada, quase cinquenta anos, vivia com os dois filhos adolescentes.

Além do pagode, da capoeira e da feijoada, outros dois eventos fazem a brasileirada sair da toca. Copa do Mundo nem se fala. É tanto batuque, tanta caipirinha que ninguém vê é nada. É um tal de perguntar “ o que foi, o que foi?” sem parar. Ninguém sabe se o Brasil fez ou levou gol. No fim, Brasil perdendo ou ganhando rolava festa até de madrugada. Perdendo ou ganhando, rolava choro.

Mas é no Carnaval que a pantera guardada dentro dos corações brasileiros salta para fora selvagem e com fúria . É muita alegria e muita saudade para extravasar.

Quase todo desfile de Carnaval aqui tem uma “escola de samba” de brasileiras. Geralmente, em fevereiro ou março, época de Carnaval, temos as temperatutas mais baixas do ano. É frio de rachar. Só o vento já faz o maxilar travar. Mas as brasileiras não ligam. Enquanto todo mundo veste roupas medievais e as crianças estão fantasiadas de bichinhos peludos, as brasileiras vêm de biquini, aquecidas pelas caipirinhas e pelo sentimento incontrolável da saudade.

Pois foi bem lá no meio da “escola”, onde as mulheres sambavam com a bunda na cara dos atônitos espectadores e os suíços destroçavam os instrumentos de percussão como se fossem crianças brincando com as panelas da mãe que ela surgiu. Quase caí para trás quando vi minha tradutora toda suada com uma bandana na cabeça e a camiseta amarrada com um nó.

Ela era a única que tocava tamborim direito. Na verdade ela tocava muito bem. E agora dá para esperar o Carnaval, sem ter que matar saudades no pagode, só para ver Cristina passar sambando.

Wer längere Zeit fern von seiner Heimat lebt, weiss wie es ist. Das Heimweh lässt uns Dinge tun, die wir dort nie machen würden. Sich eine Pagode-Show ansehen, Vorstellungen von Capoeira besuchen oder Bohneneintöpfe an gemeinnützigen Veranstaltungen essen gehen. Das sind nur ein paar von vielen Dingen, die ich wohl nur darum gemacht habe, weil ich nicht mehr in Brasilien lebe.

Vor einigen Jahren, vor meiner Heirat, brauchte ich für die Übersetzung meiner brasilianischen Dokumente eine Übersetzerin. Cristina stammt aus dem Hinterland von Sāo Paulo, sie lebte später in Sāo Paulo, absolvierte dort eine höhere Schule und wohnte damals schon fast 20 Jahren in der Schweiz. Sie war klug, gebildet und sehr, sehr diskret. Rote Haare, dünn und mit durchschimmernd weisser Haut. Sie sprach leise, machte keinen einzigen grammatikalischen Fehler bei der Aussprache, liebte die lateinamerikanische Literatur und das Deutsche Theater. Immer wenn ich bei ihr zu Hause war, lief im Hintergrund leise, fast unhörbar, Musik, wahrscheinlich von Enya. Zusammen mit dem sanft verströmten Duft erwärmter ätherischer Öle gab diese Musik der Wohnung einen (esoterischen) Anstrich von Ruhe. Geschieden, an die 50Jahre alt, lebte sie, zusammen mit ihren zwei adoleszenten Söhnen in dieser Wohnung.

Abgesehen vom Pagode, Capoeira und Bohneneintopf gibt es noch zwei weitere Anlässe, wo alle Brasilianer aus ihren Löchern kriechen. Die Fussball-Weltmeisterschaft wohl allem voran. Derart viel Getrommel und Caipirinha, dass man von Rest fast nichts sieht. Dauernd hört man: “Was ist passiert, was ist passiert?” Niemand weiss, ob Brasilien ein Tor geschossen hat oder eines bekommen hat. Am Ende wird bis zum Morgen früh gefestet, ob nun Brasilien gewonnen hat oder nicht. Ob gewonnen oder verloren, geweint wird auf jeden Fall.

Zur Sache geht es aber erst recht zur Fastnachtszeit. Hier springt der tief im Herz schlummernde brasilianischen Panther wild entfesselt aus seinem Versteck hervor. Es gibt viel gespeicherte Sehnsucht und Fröhlichkeit zu verteilen.

Fast jeder Fastnachtsumzug hier hat auch eine brasilianische Sambaschule drin. Zur Fastnachtszeit, meist im Februar oder März, sind hier zu Lande die Temperaturen am tiefsten. Es ist eiskalt, nur der Wind alleine schon lässt die Zähne klappern. Doch die Brasilianer scheint dies nun nicht zu kümmern. Während sich alle andern in Verkleidungen aus dem Mittelalter hüllen und ihre Kinder in warme pelzige Tierkostüme stecken, kommen sie im Bikini, gewärmt durch die Caipirinhas und den nun unkontrollierbaren Gefühlen der Sehnsucht.

Genau da entdeckte ich sie, mitten in einer Sambaschule, dort wo die Frauen mit wilden Sambabewegungen ihre Hintern Richtung erstaunte Zuschauer schwangen und die Schweizer auf ihre Trommeln schlugen, als wären sie spielende Kinder, die von der Mutter Kochtöpfe und Rührstäbe bekommen hätten. Ich fiel fast um als ich sie sah. Ganz verschwitzt, mit einem Kopftuch und einem hinten mit einem Kopf zugemachten Shirt , war da mitten drin meine Übersetzerin.

Sie trommelte als einzige korrekt. Eigentlich trommelte sie sogar sehr gut. Nun brauche ich Sehnsucht und Heimweh nicht mehr mit Pagode zu stillen, ich warte einfach, bis Cristina mit ihrer Sambaschule wieder kommt.

Com brasileiro não há quem possa

13 Sep

Minha ultima viagem para o Brasil foi em abril deste ano. A chegada em Cumbica foi desesperadora. A fila para mostrar os passaportes começava já ao sair do avião. Nessas duas horas de caminhar lento, reparei em algumas coisas. Uma delas foi que uma famosa socialite brasileira parecia um travesti. Não fosse a conversa animada com o casal que voltava da China e fazia uma descrição detalhada dos hábitos alimentares e de higiene dos chineses, eu teria certamente me aproximado da socialite bochechuda e puxado conversa. Outra coisa que reparei foi a favelização do aeroporto. Tudo aos pedaços. Uns compensados cobriam um pedaço aqui, um plástico furado colado com fita crepe cobria um pedaço ali, um  pedaço de madeira cobria um buraco no chão.

Eu nao podia nem reclamar. Meu assento no vôo da Swiss estava quebrado. Toda vez que eu tentava reclinar a cadeira, o controle remoto do monitor pulava pra fora. A aeromoça suíça sorriu, foi e voltou com um rolo de fita isolante. Enfaixou o braço da cadeira, deu mais um sorrizinho e falou em alemão para mim: ” ficou ótimo, né?”. Duvido que isso acontecesse num vôo Zürich-Berlin, por exemplo.

Enquanto os aeroportos brasileiros precisam urgente de reformas bem feitas e sem que milhões sejam desviados; aqui na minha área está todo mundo preocupado com o elevador público. O nosso elevador Lacerda andou quebrando e deixando muitas pessoas preocupadas. O pequeno elevador, moderno e lindo, como quase toda a arquitetura contemporânea suíça, foi construído em 2007 para ligar a parte de baixo da cidade de Baden com a de cima; o caminho que acompanha o rio com o centro comercial da cidade. A umidade acabou corroendo parte do maquinário por isso o elevador parou no meio do caminho algumas poucas vezes.

A reforma vai ser feita apenas durante a noite para não atrapalhar o vai e vem das duas mil pessoas que costumam usar o elevador diariamente. Simples assim. A reforma é feita antes do negócio deteriorar de vez, com dinheiro totalmente contado e controlado. Talvez essa seja a fórmula. Arrumar antes de apodrecer. Para depois não ter que destruir e reconstruir.  Claro, pra isso é necessário dinheiro. Coisa que o Brasil teria de sobra não fosse a malandragem e a corrupção.

Eu quero muito  levar minha filha para ver alguns jogos da Copa do Mundo no Brasil. Muito. Mas só de pensar no transporte público, no trânsito e nos aeroportos, dá um desânimo total. Lendo uma reportagem sobre as obras – já paradas por falta de contratação sem licitação de empreiteira – em Cumbica no site oficial da Copa, o Portal 2014, acabei chegando no seguinte texto (já velho mas muito esclarecedor), que vou reproduzir aqui porque melhor eu não faria: “A medida encontrada pela Infraero para minimizar a falta de estrutura é a construção de três módulos de terminais provisórios, os chamados “puxadinhos”. O primeiro será concluído em março e terá capacidade para um milhão de passageiros. O segundo, com previsão de entrega para janeiro de 2012, será para três milhões de pessoas. O último deve ficar pronto no começo de 2013 e terá capacidade para até 2,5 milhões de usuários. O custo total é de R$ 55,7 milhões”.

Se o site lançado pela Fifa fala em “puxadinho” para 3 milhões de pessoas, imaginem como vai estar Cumbica na Copa….Ter que pagar uma pequena fortuna numa passagem de avião para desembarcar numa zona onde nem sempre dá para contar com a companhia de uma jet setter nem de um casal traumatizado com a China; não sei não, acho que não dá. Mas juro, espero muito que dê.

“Es ist schwierig sich mit Brasilianern zu messen”

(aus einer populären Volksmusik aus den 50ern)

Meine letzte Reise nach Brasilien war im April vergangenen Jahres. Die Ankunft in Guarulhos war zum verzweifeln. Die Schlange bis zur Passkontrolle begann schon fast beim Flugzeug. Während zwei Stunden hatte ich dann Zeit mich umzusehen. Dabei entdeckte ich unter anderem eine Person aus der brasilianischen Prominenz, die einem Transvestit glich. Wäre da nicht die spannende Diskussion mit dem Ehepaar gewesen, das gerade aus China zurückkam und die detailliertesten Beschreibungen der dortigen Essgewohnheiten und Hygiene machte, hätte ich mich sicherlich dieser “Gesellschaft der süssen Gesichtsbacken” genähert und versucht ein Gespräch anzufangen. Im Weiteren ist mir die Verwahrlosung des Flughafens aufgefallen. Alles Stückwerk. Sperrholzplatten bedeckten hier ein Stück, ein mit Klebeband befestigter, aber völlig durchlöcherter Plastik bedeckte dort ein Stück, ein Brett bedeckte ein Loch im Boden.

Ich kann nicht einmal reklamieren. Mein Sitz im Flugzeug der Swiss war defekt. Jedes Mal, wenn ich versuchte den Stuhl gerade zu stellen, sprang die Fernbedienung des Monitors aus der Halterung. Die Stewardess lächelte, ging weg und kam mit einer Rolle Klebeband zurück. Hübsch wurde der Arm des Stuhls eingepackt, dann lächelte sie wieder und sagte auf Deutsch zu mir: “sieht schön aus, oder?” Ich bezweifle, ob dergleichen auf dem Flug Zürich-Berlin passieren würde.

Während die brasilianischen Flughäfen dringlichst eine gute Sanierung brauchen, eine bei der nicht wieder zig Millionen Gelder plötzlich verschwinden, sind hier in meiner Region die Leute besorgt über einen öffentliche Promenadenlift. In einer Verankerungskammer in der Stütze des Lifts hat sich Rost gebildet. Der kleine Lift, schön und modern wie fast alle zeitgenössische Architektur, wurde 2007 gebaut und ermöglicht einen schnellen Transfer vom Limmatufer direkt hinauf zum Bahnhofplatz. Seit der Eröffnung hat der Lift schon ein paar Mal gestreikt und nun ist irgendwo Wasser eingedrungen und hat letztlich zum Schaden in der Stütze geführt.

Die Sanierungsarbeiten werden während der Nacht ausgeführt, um den Pendelverkehr von zirka 2000 Leuten pro Tag nicht zu behindern. Nichts Grosses. Die Sanierung wird durchgeführt bevor das Bauwerk einstürzt, alles kontrolliert und mit Kostenvoranschlag. Vielleicht wäre so etwas die Lösung. Zurechtmachen bevor es auseinander fällt. So müsste man auch nicht alles immer wieder abreissen und wieder in gleicher Art neu erstellen. Natürlich braucht es hierfür Geld. Brasilien hätte eigentlich mehr als genug Geld, wäre da nicht die Korruption und die Betrügereien einiger Leute.

Ich würde gerne meine Tochter mit an ein Spiel der Fussball-Weltmeisterschaften in Brasilien nehmen. Sehr gerne sogar. Aber wenn ich an den Öffentlichen Verkehr, den Strassenverkehr und an die Flughafen denke, nimmt mir das die Lust. Ich habe gerade einen Bericht über die Stadien-Baustellen gelesen – Aufträge wurden wieder gestoppt wegen fehlender Ausschreibung – bei Guarulhos steht auf der offiziellen Seite der Copa, genannt Portal 24, folgender Text (bereits veraltet, aber äusserst aufschlussreich), den ich hier zitiere, da ich es nicht besser beschreiben könnte: “Wie von der Infraero vorgeschlagen, braucht es drei provisorische Terminal-Module, zusätzliche Anbauten, um das Fehlen von Infrastruktur zu minimieren. Das erste Modul soll im März 2011 fertiggestellt sein und ist für eine Kapazität von einer Million Personen ausgelegt. Das zweite Modul, geplante Fertigstellung im Januar 2012, ist für drei Millionen Passagiere ausgelegt und das dritte und letzte Modul sollte Anfang des Jahres 2013 kommen und hätte die Kapazität für bis zu 2,5 Millionen Benutzer. Totale Kosten 55,7 Mio R$.”

Wenn nur schon die Seite der Fifa von Anbauten für 1-3 Millionen Personen spricht, so stelle man sich nur einmal vor, wie es dann während der Weltmeisterschaft sein wird… Ein halbes Vermögen ausgeben für einen Flug, um dann irgend in einer Zone auszusteigen, wo man nicht einmal auf die Gesellschaft von Jetsettern oder ein durch eine Chinareise traumatisierten Paar rechnen kann; ich weiss nicht, nein, ich glaube das geht nicht. Aber ich schwöre, ich hoffe, es wird gehen.

Zara, Ikea, H&M: todo mundo te engana

19 Aug

Ontem, em São Paulo, três confecções que prestam serviço à Zara foram flagradas explorando o trabalho de bolivianos. Trabalho escravo; ou seja horas excessivas de trabalho diário, salário abaixo do praticado no Brasil e péssimo ambiente de trabalho (locais fechados sem janelas, instalações elétricas irregulares, cadeiras não adequadas, entre outros), de bolivianos em SP não é novidade. A novidade é a maior rede de fast fashion do mundo trabalhar com colaboradores que exploram o trabalho escravo. Mas não será por isso mesmo que faturam tanto e são gigantes?

A outra gigante do fast fashion, a H&M, já enfrentou um escândalo ano passado por causa de sua linha de roupas “100% orgânica” que tinha algodão  geneticamente modificado em sua composição. Fora as acusações de trabalho escravo em Bangladesch (veja o video no final do texto).

No ano passado um ex-diretor da Ikea (maior grupo mundial de comércio de móveis) lançou um livro que abalou o império ikeaneano. Em Sanningen om Ikea (The Truth About Ikea), o autor Johan Stenebo traça um retrato de Ingvar Kamprad, o icônico dono da Ikea, pouco admirável. Kamprad, um dos homens mais ricos do mundo, sempre apareceu em reportagens como um trabalhador que valoriza as coisas simples da vida. Além de se locomover num Volvo velho, mora numa casa muito simples e tem em sua sala dois sofás da Ikea com mais de trinta anos de uso.  Claro, a ótima qualidade dos móveis da Ikea faz com que as peças durem aaaaanos. Sua vida é espartana: trabalha duzentas mil horas por semana e detesta luxos.

Johan Stenebo descreve o ex-chefe como um trabalhador incansável – sim – mas também um marketeiro muito cara de pau e mentiroso. Segundo o autor, apesar da Ikea empregar muitos estrangeiros nas lojas, o mesmo não acontece nos cargos administrativos, ou seja , onde ninguém vê. Os filhos de Kamprad, que ocupam altos cargos na empresa, são descritos por Stenebo como racistas e sexistas ao extremo.

A Ikea já foi envolvida em escândalos financeiros na Russia e na Alemanha. Na Suíça, um documentário mostrou que boa parte da madeira usada nos móveis vêm do norte do Vietnã (não, a madeira não vem de reflorestamento escandinavo) e que é comprada a preço de banana.

Kamprad, assim como outros super ricos do mundo inteiro escolheu a simplória Suíça para morar. Atraídos pelas vantagens ficais, 1 em cada dez bilionários do mundo vive aqui. Oficialmente,  porque de fato, ninguém mora de verdade aqui. Os bilionários só querem ganhar mais e pagar menos impostos.

Melhor mesmo é comprar pouco e só o que realmente precisa porque no fim todo mundo está te enganando. Se os gigantes dos fastqualquercoisa trabalham assim, imaginem como trabalha o mercado de alto luxo. Por mais artesanal que seja seu feitio, com certeza nenhuma bolsa do mundo vale um, dois, três mil euros. Não deve custar nem um milésimo do preço final para ser produzida. E vai saber em quais condições é feita.

A Zara engana:

A H&M engana:

A Ikea engana também:

Zara, Ikea, H&M: alle führen dich an der Nase herum

Gestern gingen der Polizei in Sao Paulo drei Zulieferer von Zara in die Fänge, welche bolivianische Fabrikarbeiter ausbeuten. Sklavenarbeit, zu lange Arbeitszeiten, Gehälter weit unter dem vorgeschriebenem Minimum und schlechte Arbeitsbedingungen (geschlossene Räume ohne Fenster, verbotene elektrische Einrichtungen, nicht passende Stühle und anderes) sind für Bolivianer in SP nichts Neues. Neu ist die Tatsache, dass die grösste Kleiderkette der Fast Fashion Welt mit Leuten zusammenarbeitet, die Sklavenarbeiter halten. Aber sind sie nicht gerade darum derart gigantisch und günstig?

Der andere Gigant in der Fast Fashion Welt ist H&M. Vor einem Jahr gab es bei H&M einen riesigen Skandal wegen ihrer Linie “100% organisch”, nachdem sich herausstellte, dass die Baumwolle genetisch verändert war. Dazu kam noch die Entdeckung der Sklavenarbeit in Bangladesch (seht euch das Video an am Ende des portugiesischen Textes).

Im vergangenen Jahr kam ein Buch eines Ex-Direktors der Ikea (die grösste Möbelhandelskette der Welt) auf den Markt, welche das Unternehmen erschütterte. In seinem Buch, “The Truth About Ikea”, zeichnet der Autor Johan Stenebo ein nicht gerade schmeichelhaftes Portrait von Ingvar Kamprad, dem Gründer und Besitzer der Ikea. Kamprad ist einer der reichsten Männer der Welt, erscheint aber immer wieder in Reportagen als ein Arbeiter, der die einfachen Dinge im Leben schätzt, mit einem alten Volvo herumfährt, in einem ganz gewöhnlichen Haus lebt und in seinem Wohnzimmer zwei dreissigjährige Sofas von Ikea hat. Ja sicher, die einwandfreie Qualität der Ikea-Möbel sorgt ja auch dafür, dass sie Jaaaaahre halten. Er lebt spartanisch, arbeitet 200’000 Stunden pro Woche und hasst den Luxus.

Johan Stenebo beschreibt seinen Ex-Chef als unermüdlichen Arbeiter, das ja, aber auch als einen guten Marketingstrategen, der die Leute an der Nase herum führen kann und unehrlich ist. Laut dem Autor sind nebst den Ikea-Angestellten oft viele Ausländer schwarz angestellt, vor allem dort, wo sie niemand sieht. Die Kinder von Kamprad werden von Stenebo als extreme Rassisten und Sexisten beschrieben.

Die Ikea war auch schon in Finanzskandale in Russland und Deutschland verwickelt. Eine Dokumentation brachte auch zum Vorschein, dass ein Grossteil des Holzes von Ikea aus Nordvietnam stammt (es kommt also nicht aus dem wieder aufgeforsteten Skandinavien), wo es auf Grund der Zwangsarbeit zu Spottpreisen gekauft werden kann.

Komprad wählte auch, wie viele Reiche, die bescheidene Schweiz als Wohnsitz (10% der Milliardäre leben hier, wohl auch angezogen durch die finanziellen Vorteile). Ob dann der offizielle Wohnsitz auch der effektive ist, sei dahingestellt, Fakt ist aber, hier können die Superreiche ihre Steuerabgaben mit den Wohngemeinden aushandeln.

Es ist wohl besser nicht allzu viel zu kaufen, nur was benötigt wird, am Ende sind alle Betrüger. Sind die Giganten der “Billigirgendetwas” so, stellt man sich besser nicht vor, wie es wohl um den Luxussektor steht. Je mehr Handarbeit in einer Tasche steckt, umso weniger glaubhaft ist ein Preis von 2000-3000 Euros. Sie wird wohl kaum ein Tausendstel seines Verkaufspreises in der Produktion gekostet haben. Wer weiss, unter welchen Arbeitsbedingungen solche Taschen gefertigt werden …

Arte brasileira em alta

28 Jun

As obras de artistas brasileiros que participaram da Art Basel (através de suas galerias) venderam bem. Abrigo Poético 3, de Lygia Clark (1920-1988), feita em 1964, foi vendida pelo preço recorde de 1,8 milhão de euros.  Foi o maior valor já pago por uma obra de um artista brasileiro. Uma de suas esculturas da série Bicho (de metal flexível), de 1960, também foi vendida em Basel por 1,5 milhão de euros.

Em 2014, o MoMA em Nova York fará uma grande retrospectiva de Lygia, o que deve valorizar mais ainda suas obras.

Ontem também foi vendido um quadro de Beatriz Milhazes (que participou da Art Basel), por 1,1 milhão de dólar num leilão em Londres. A pintora bateu seu próprio recorde de preço.

Die Brasilianische Kunst im Hoch 

Die Werke der brasilianischen Künstler, welche an der Art Basel mit Werken vertreten waren, verkauften sich gut. Abrigo Poético 3 von Lygia Clark (1920-1988), gefertigt 1964, wurde für den Rekordpreis von 1,8 Millionen Euro verkauft. Das ist der höchste Preis, der je für ein brasilianisches Kunstwerk bezahlt wurde. Eine ihrer Skulpturen aus der Serie “Bicho” (aus flexiblem Metall) aus dem Jahr 1960, wurde ebenfalls in Basel verkauft (Preis: 1,5 Millionen Euro).

Im Jahr 2014 wird das MoMA in New York eine grosse Retrospektive von Lygia zeigen, welche dann wohl ihre Werke hoch bekannter und teurer machen wird. Gestern wurde an einer Auktion in London auch noch ein Bild von Beatriz Milhazes für 1,1 Millionen Dollar verkauft (auch von ihr hatte es Werke an der Art Basel). Die Künstlerin übertraf damit ihren bisherigen Rekord.

Abaixo, Bicho de Lygia Clark:

Darunter, Bicho de Lygia Clark:

 E O Moderno de Beatriz Milhazes:

Und O Moderno von Beatriz Mihazes:

A pior dor do mundo

24 Jun

O assunto não tem nada a ver com Wettingen e nem com a Suíça mas tem a ver comigo e os meus anos 90 no Brasil. Hoje, o vocalista do Biquini Cavadão, Bruno Gouveia, escreveu uma carta aos fãs  no site oficial da banda (o endereço está caindo sem parar: http://biquinicavadao.uol.com.br/blog/) sobre a perda de seu filho e de sua ex-mulher num acidente de helicóptero em Trancoso, na Bahia. É tudo tão triste e ao mesmo tempo lúcido que fica quase impossível ler até o fim. O cantor era louco pelo filho e tinha um blog, o entre mim e você (que está sendo mantido), dedicado ao filho.

Trecho da carta de Bruno:

– Eu já sei porque estou aqui. – tentei adivinhar

 – Você sabe? – perguntou minha mãe, chorando

 – Bruno, sente-se por favor – pedia meu irmão

 – Meu pai….. – balbuciei

 – Ele está bem, Bruno, seu pai está bem. – alguém que não me lembro, me avisou

 Meu irmão insistiu para que eu sentasse enquanto começava a me dizer que uma imensa tragédia havia se abatido sobre nós.

 – Gabriel ? – temi acertar

Lei e Ordem por aí

22 Jun

Saiu hoje uma nota na Folha de SP que o hotel Tivoli deve pagar uma multa de R$ 872,50 por não ter respeitado a lei Antifumo paulista. Na semana passada, durante uma coletiva de imprensa realizada no hotel, a atriz francesa Catherine Deneuve fumou dois cigarros. Desde 2009 é proibido fumar em todos os ambientes fechados de uso coletivo da cidade de SP (bares, restaurantes, boates, shoppings, edifícios comerciais, hotéis e outros). Todo mundo aprovou e respeita a lei.

Eu achei a multa muito pouco. Lógico que deviam multar o hotel mas e a Deneuve e sua entourage? Por que todo mundo deixou ela desrespeitar a lei? Eu acho ela maravilhosa, ótima atriz, incrível mas diva também tem limite. Talvez ela nem soubesse que era proibido fumar mas ninguém avisou a mulher?

Sou ex-fumante e posso dizer que amadureci e aprendi que cigarro é péssimo em muitos sentidos ainda que eu defenda a liberdade de cada um de ser como quiser, inclusive de ser fumante, desde que não incomode os outros. Hoje, eu não suporto fumaça de cigarro em lugares fechados. Na Suíça isso era um tormento pra mim até pouco tempo. Como tudo aqui é feito para proteger e suportar o frio, muitos restaurantes são hermeticamente fechados e  não abrem as janelas sequer no verão, por costume talvez, não sei… Jantar fora era uma tortura, não dava para aproveitar a comida com uma nuvem cinza fedorenta sobre a cabeça. Fora que depois do jantar tinha que lavar as roupas e o cabelo ao chegar em casa. Ainda bem que agora, pelo menos no Aargau, é proibido fumar nos restaurantes.

Enquanto isso, ainda na Suíça… o governo estuda como frear as atitudes absurdas dos Hooligans. Para quem não sabe, as torcidas organizadas suíças estão entre os mais violentas da Europa. Por ano, segundo a Swissinfo, esses vândalos causam um prejuízo de 3,5 milhões de dólares só destruindo trens. Agora querem proibir que grupos de torcedores usem os trens quando estão em bando a fim de detonar tudo o que vêem pela frente. Deviam proibir mais ainda. Não deviam nem poder andar nas ruas.  Se fosse um monte de mulher juntas bêbadas daria em babado, gritaria e chororô mas bando de homem jovem-violento-bêbado junto só pode dar em m..

E voltando ao cigarro mas ainda no assunto Lei e Ordem por aí… eu sou da época que a gente sentava nas últimas poltronas do avião para fumar! Quando eu lembro disso penso em quantos acidentes devem ter sido causados por um cigarro…. E um pouco antes dessa época… reparem como o Tom Jobim toca intoxicado pela fumaça do Frank Sinatra! Pra frente é que se anda. Ainda bem!

Gesetz und Ordnung andernorts

Heute fand sich in der Folha de SP die Notiz, dass das Hotel Tivoli eine Strafe von 872,50 R$ bezahlen muss, weil es gegen das Antirauchergesetz von SP verstiess. Die Woche zuvor rauchte die französische Schauspielerin Catherine Deneuve an einer Pressekonferenz im Hotel zwei Zigaretten. Seit 2009 ist das Rauchen in allen öffentlichen Gebäuden der Stadt verboten (Bars, Restaurants, Clubs, Shoppings, Gewerbebauten, Hotels und andere). Die Bevölkerung war dafür und respektiert das Gesetz.

Die Busse fand ich äusserst mikrig. Natürlich muss das Hotel gebüsst werden, aber was ist mit der Schauspielerin und ihrer Entourage? Und warum liess man sie dort einfach gewähren? Sie ist eine wunderbare Schauspielerin, aber auch Diven haben Grenzen zu achten. Vielleicht wusste sie ja aber gar nicht, dass es verboten ist, doch hat sie niemand informiert?

Ich bin eine Ex-Raucherin und kann behaupten, dass ich reifer geworden bin. Ich habe gelernt, dass Zigaretten in vielerlei Belangen schlecht sind, doch ich verteidige noch immer die persönliche Freiheit eines jeden so zu sein, wie er will, inklusive der Wahl zum Rauchen, aber nur solange, wie diese auch die Freiheit anderer respektieren.Heute ertrage ich keinen Rauch mehr in geschlossenen Räumen. In der Schweiz war es denn auch eine Qual bis vor kurzem. Hier sind die Häuser gebaut um gegen die Kälte zu schützen, viele Restaurants sind fast hermetisch geschlossen und die Fenster werden teilweise nicht einmal im Sommer geöffnet. Auswärts essen war eine Tortur, das Essen konnte ich nie geniessen mit dieser grauen stinkenden Wolke über meinem Kopf. Abgesehen davon musste ich nach so einem Essen zu Hause stets die Kleider und Haare waschen. Gut, dass es nun mindestens im Aargau verboten ist, in den Restaurants zu rauchen.

Mittlerweile müssen sich die Behörden in der Schweiz auch Gedanken machen, wie man die absurden Aktionen der Hooligans stoppen kann … Für diejenigen die es noch nicht wissen, die schweizer “Sportfans” gehören zu den gewalttätigsten von ganz Europa. Auf Swissinfo war zu lesen, dass diese Vandalen alleine in den Zügen einen Schaden von 3.5 Millionen Dollar pro Jahr verursachen. Nun will man die organisierten Zugreisen der Fan-Gruppen verbieten, die alles zerstören, was ihnen vor nie Nase kommt. Denen sollte man mehr verbieten, die sollten nicht einmal auf den Strassen laufen dürfen. Wären es Gruppen von betrunkenen Frauen, so gäbe es Durcheinander, Geschrei und Weinendes Elend, aber eine Bande junger betrunkener gewalttätiger Männer kann nur in einer Katastrophe enden…

Zurück zu den Zigaretten und zu Recht und Ordnung … ich gehöre noch zu der Generation, die im Flugzeug in die hintersten Reihen sass, um eine Zigarette zu rauchen! Wenn ich daran denke, frage ich mich auch, wie viele Unfälle wohl auf eine Zigarette zurück zu führen sind … Und noch etwas vor dieser Zeit … sieht wie Tom Jobim Musik spielt inmitten des Rauchs von Frank Sinatra! Nur vorwärts kann es gehen, glücklicherweise!

 

 

 

Artista mineiro

22 Jun

Enquanto isso, no Brasil… Ronaldo Fraga fechou a SPFW com chave de ouro. Dê uma olhada no desfile e entenda porque o estilista é um dos artistas mais criativos do Brasil.